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Terça, 22 de Agosto de 2017
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Segurança com o Cartão
 
Senha:
   Não escolha a data de nascimento nem repita um número várias vezes como senha do cartão.

● Nunca guarde o cartão e a senha no mesmo lugar. De preferência, procure memorizar sua senha e guarde uma cópia em casa.

● Cuidado com desconhecidos: ninguém dá nada a ninguém. Por isso, desconfie de todos que lhe oferecem vantagens demais. Não aceite ajuda de pessoas desconhecidas, mesmo que estejam dentro de uma agência bancária. Funcionário de banco sempre usa crachá, com identificação.

● Na fila do caixa eletrônico, não deixe que ninguém fique de olho na sua operação no caixa. Fique alerta à aproximação de estranhos. Os malandros preferem idosos como vítimas ou pessoas que tenham dificuldades em lidar com equipamentos eletrônicos. Em caso de dificuldade, peça ajuda a um funcionário do banco e nunca a estranhos.

● Ao digitar sua senha coloque sempre o corpo bem junto ao teclado. Ao sair do caixa sempre apague os dados, digitando a tecla: fim.

● Tome cuidado com trombadas com outras pessoas. Aquilo que aparentemente é um acidente, quase sempre é coisa de malandro querendo desviar sua atenção. Eles aproveitam seu descuido ou a queda do cartão no chão para trocá-lo. Nunca saia do banco sem observar se o cartão devolvido é o seu.

● Fique de olho na sua conta. Acompanhe sempre o saldo e toda movimentação bancária. Confira os extratos em sua casa e fique de olho. Se houver qualquer saque anormal, avise o seu banco.

● Ao utilizar caixas eletrônicos, dê preferência aos instalados em locais movimentados e seguros. Evite o período noturno.

● Cuidado com história triste: muitos malandros enganam as pessoas contando histórias de tragédia familiar. No meio do papo, eles propõem transferir dinheiro para sua conta para depois sacar. O que parece uma vantagem é golpe. Ninguém dá nada a ninguém, muito menos estranhos.

● Fique de olho ao efetuar um pagamento com cartão de crédito. Procure acompanhar o processo e sempre confira todos os dados e o seu cartão.

● Quando o vendedor passar o cartão pela máquina e amassar a fatura para jogar fora, alegando erro, exija que rasgue em pedaços a fatura anulada. Se for uma maquininha eletrônica, cuidado: seu cartão pode ter sido passado mais de uma vez.

● Quando a fatura é manual, exija a devolução do carbono. Os dados de seu cartão sempre ficam gravados.

● Ao viajar para o exterior, tenha os mesmos cuidados. A malandragem está globalizada.

Fraudes mais comuns:

Cartões duplos ou cópias clonadas:

Os malandros imitam as imagens impressas e gravam os dados copiados de um cartão válido. Eles só não fazem a gravação magnética. Para descobrir o golpe, o vendedor tem que ficar atento ao cartão. Normalmente, essas cópias são de qualidade inferior aos originais. Por isso, fique de olho na tarja de segurança do cartão, nas letras, nas figuras e, principalmente, no holograma – que é aquela figura quase sempre colocada acima da marca do cartão, reflexiva, e que muda conforme a posição em que se olha. Conferir a assinatura não resolve, porque é o bandido que a faz.

Uma outra forma – um pouco mais sofisticada : o malando, além de falsificar os dados, conforme o que descrevemos acima, grava os dados da tarja magnética. Esse jeito de falsificar exige equipamentos. Mas é fácil para quadrilhas especializadas. Nesse caso, só a senha do cartão não é copiada. Dessa maneira é mais difícil se descobrir a imitação do cartão.

Outros golpes:

● Malandros se passam por comerciantes e até montam lojas para aplicar golpes. Gravam os dados do cartão de crédito em cartões telefônicos e usam máquina de impressão manual de fatura para cometer o crime. O prejuízo só é descoberto quando o dono do cartão recebe a fatura.

● O usuário do cartão deve redobrar a atenção ao usar o caixa eletrônico. O bandido enfia no bocal de recepção do cartão um plástico que fica preso, inviabilizando outras operações. A vítima não consegue fazer seu saque e nem usar o telefone de emergência, cortado pelos golpistas. Logo aparece alguém querendo ajudar e oferece o telefone celular para um contato com o pessoal do banco. "Gentil", faz ele mesmo a ligação. Só que, do outro lado, normalmente está uma mulher, comparsa do malandro. Ela ouve a reclamação, pede alguns dados e, no final da conversa, solicita que a vítima, por medida de precaução, digite a senha, que fica na memória do telefone. Quando o dono do cartão vai embora, achando que seu cartão está bloqueado, ele é retirado pelos bandidos que, de posse da senha, fazem o saque desonesto. Esse golpe é aplicado em caixas eletrônicos que obrigam a introdução do cartão.

Como proceder ao ser vítima de um golpe de cartão:

Quando receber uma fatura ou saque que não fez, com cartão de crédito ou débito, avise o banco e peça providências. Explique tudo o que aconteceu, por escrito, e se possível, registre uma Ocorrência Policial (B.O.).

Se a administradora do cartão demorar para dar a resposta, reclame no Procon (tel.: 151). Lembre-se: você não é culpado pelo saque ou compras ilegais. Nesse caso, cabe uma ação judicial.
 
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